quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cavalete de…

Namorei uma Moldava que tinha cona de cavalete... (tais a ver como é?).

(Tou mesmo a ver pelas vossas carinhas que não tais a ver…)

De nome Hildebranda Gritava, e se gritava a loica.

Foi um daqueles namoros meio estranhos, mais um merda de desafio que um namoro. Diziam-me os meus amigos de (Peniche) na altura que eu não era capaz de a comer, salve seja...
Fooooooooooda-se... É só querer, respondi-lhes.

Apostaram, comigo, bem se vê e lá fui para o campo de batalha, de pau em riste numa discoteca em Carrazeda de Anciães, lotada prái umas 1200 pessoas pra menos. Pensei que a Moldava caí-se imediatamente, rendida ao meu charme e ao tesão de um latino todo bronzeado da serra, cabelo à azeiteiro barba com 3 dias e um ar ligeiramente pingado.


Tá bem tá... chora, Zé da Malhada...
Já suava por todos os lados, já lhe tinha pago 32 mines e uma garrafa de espumante e a Moldava, fresquinha que nem um orvalho de uma manhã qualquer, não me dava mais que uns sorrisos, enquanto os cabrões dos meus amigos iam apreciando aquela minha incursão a terras de leste e rindo comó caralho com a cena.

Percebi que, com aqueles anormais ali ao pé, não ia conseguir nada, concretizar aquilo que, começando por uma aposta, se tinha transformado na minha defesa da honra.

Convidei então a Hildebranda Gritava para passear cá fora porque lá dentro era complicado então tinha que ser cá fora, então lá lhe propus no meu inglês e sem saber se aceitaria a minha proposta claramente duvidosa.

Do you want with me lá fora?

WHAT??? – FODA???

FODA???

Sim, sim, foda.

Yeh!!!
Aceitou!
Cum caralho, saí olhando de ladecos os cabrões dos meus amigos, exibindo um ar Zé Zé Camarinha, de "el matador".

E lá fomos, dar uma boltinha, já a sentir nos beiços, por antecipação, o sabor exótico de uma conaça Moldava.
Era de cavalete.

Sabeis o que é uma cona de cavalete?
Eu explico-lhes, gentinha inguenurante.
Uma cona de cavalete é aquela em que o osso púbico, apresenta uma morfologia proeminente, ou excessivamente proeminente, ou ainda bastante saída de fora, sobretudo se a revesti-lo se encontrar uma camada generosa de músculo ou papada ou testa.

A primeira reação do macho que vai com a mão todo guloso a uma cona de cavalete, sem retirar previamente as camadas de tecido que a cobrem, é: "Foda-se, pá... já foste enganado... afinal a Moldava é um Moldavo!"
Mas depois... Como a puta da curiosidade não se fica pela primeira sensação, tentas não demonstrar surpresa e, ainda assim e como quem não quer a coisa, voltas a passear os dedos pela papada e ainda sem certezas firmadas, começas a ceder a hipóteses.

Até que, mansamente, confirmas com um suspiro de franco alívio: "foda-se, caralho, afinal é cona, inchada, mas que cona, que conaça rechunchuda!" E mergulhas de cabeça, como se o mundo fosse acabar da-li a 5 min.

Fodido, fodido... é que no dia seguinte, um gajo ainda anda com um dor no baixo ventre, que até tem dificuldade em andar.
Por isso, aqui fica o meu conselho, dirigido a todos aqueles que ainda não se aventuraram numa cona de cavalete: fodam-nas de toda a maneira, menos à missionário!
Inda dizem que este berlogue não presta serviço púbico...

Inda

Inda

6 comentários:

M. disse...

lol

Diz lá que não sentiste un frisson quando apalpaste o inchaço?

Bora lá apostar?

Isso Agora disse...

quanto?

M. disse...

1 post? Quem ganha escolhe o tema...

Isso Agora disse...

sim... pronto ganhas-te

M. disse...

Escreve: "Quase...com ele..."

Queo ver...(salvo seja...)

Isso Agora disse...

Já o tás a ver...

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Deixa aqui o teu contributo